* Do tempo realizado e do tempo sonhado *

19 de mai. de 2011


_ Desejo passar o resto da minha vida com você.
Não, uma vida com você nunca seria resto.
Fabricio Carpinejar

Paciência



É uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranqüila e acreditando que você irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido , capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade. A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar. Ser paciente é ser educado, ser humanizado e saber agir com calma e com tolerância. A paciência também é uma caridade quando praticada nos relacionamentos interpessoais.
O desenvolvimento da paciência
Uma pessoa paciente sabe que para alcançar um objetivo é necessário passar por pequenos obstáculos que devem ser analisados cuidadosamente para passar ao próximo obstáculo até alcançar o objetivo final. O impaciente, ao contrário, costuma ver o problema como um todo, e por isso normalmente fica nervoso e estressado pois não consegue resolver as coisas de uma vez só.
Auto-disciplina
Pode ser considerada um tipo de treinamento, criando-se novos hábitos de pensamento, ação e linguagem para o auto-aperfeiçoamento e para ajudar a obter suas metas. A auto-disciplina pode também ser alcançada através de pequenas tarefas específicas.Encare a auto-disciplina como um esforço positivo e não como negativo (de deixar para lá).


                                                   ( Wikipedia e fontes variadas )

É inverno em Curitiba...


                                            Foto tirada por mim do Parque Barigui *

O charme e a tradição dos cafés: Café Reggio - Nova York

                                                  Foto: K. Basu. Origem: photo.net
Nova Iorque tem poucos cafés merecedores desse nome.
Entre os poucos, os melhores são obra de italianos e neles
se bebe o melhor espresso da megalópolis.
O Cafe Reggio, em Greenwich Village, é um dos mais
conhecidos. Fundado em 1927 por Domenico Parisi,
continuado depois pela família Cavallaci, o café foi
frequentado por Elvis Presley, Bob Dylan, Jack Kerouac
e Joseph Brodsky. Nele se filmaram cenas dos filmes
Padrinho II, Next Stop Greenwich Village e The Next Man,
com Sean Connery.
O Caffe Reggio gaba-se de ter introduzido o cappuccino em
Nova Iorque, o que não sabemos se seria verdade.

Al Pacino, que ali rodou cenas do ChefãoII, é um dos
clientes emblemáticos da casa. Ei-lo, aqui em baixo, na
esplanada do café, há coisa de vinte anos. Sobre a mesa, o
roteiro de um filme, talvez. Nesse ano,1989, Pacino filmou Sea of Love.

Al Pacino no Caffe Reggio, Greenwich Village, NY, 1989. Reparar
no velho moinho de café exposto na montra.

                                           Foto publicada no New York Magazine, 1994

18 de abr. de 2011

19 de abril - Santo Expedito


Muito obrigada, Sto Expedido, por proteger e iluminar minha vida, minha família e as pessoas que quero bem.


beijos devotos

30 de mar. de 2011

Feliz aniversário Curitiba!

Quase ía deixando de homenager minha Curitiba, que completou ontem 318 anos. Quis postar uma foto para o texto mas Curitiba é tão linda que ficou difícil de escolher ...
Não sou curitibana, sou carioca. E por isso mesmo uma apaixonada por esta cidade que tão serenamente me acolheu. Curitiba não é imponente e agitada como Sampa nem festiva e movimentada como o Rio de janeiro. Curitiba é mansa, serena, e nos cativa sem nos darmos conta. Somos abraçados e envolvidos pelas suas ruas quietas e arborizadas, pelos parques preguiçosos. Aconchegados pelo seu inverno,  seus outonos, suas primaveras, pelos seus Ipês multicoloridos. Curitiba é plural .
Cidade sem mar, entregou-se ao verde. Elegeu o óbvio.  O simples.  O evidente.

Parabéns Curitiba!

Beijos meus, de ¨leite quiente¨!

24 de mar. de 2011

Disfarça, tem gente olhando.
Uns, olham pro alto,
Cometas, luas, galáxias.
Outros, olham de banda,
Lunetas, luares, sintaxes.
De frente ou de lado,
Sempre tem gente olhando,
Olhando ou sendo olhado.
Outros olham para baixo,
Procurando algum vestígio
Do tempo que a gente acha,
Em busca do espaço perdido.
Raros olham para dentro,
Já que dentro não tem nada.
Apenas um peso imenso,
A alma, esse conto de fada.

Paulo Leminski
¨O que é a mulher senão a mistura de um poço de ternura e a fúria de um vendaval? Se não reunir em si estes dois estados de espírito é meia mulher. E meia mulher é o mesmo que mulher nenhuma ¨

Não lembro o autor. Se alguém souber me diga.

22 de mar. de 2011

Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido.

Clarice Lispector

17 de mar. de 2011


Qualquer caminho é apenas um caminho e não constitui insulto algum - para si mesmo ou para os outros - abandoná-lo quando assim ordena o seu coração. (...) Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias... Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho um coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma."

Carlos Castañeda

O charme e a tradição dos cafés: Café Central - Budapeste - Hungria


O interior em 1910. As cadeiras serviram de modelo às de hoje.
Após a II Guerra Mundial, que devastou grande parte da capital, o Café Central foi degradado a cafetaria de meia tigela com serviço de balcão. A arquitectura interior e exterior foi afectada e o local ficou irreconhecível. Em 1949, o recém-instaurado regime comunista encerrou o que restava do café, reflexo também da supressão da iniciativa privada e das liberdades de reunião e expressão. Café literário não rimava muito com totalitarismo.


 

Estado irreconhecível do Café Central em 1946-1949.
Durante o meio século seguinte, apenas um porta.
O edifício teve utilizações várias, consoante a tendência política de cada período. Foi sede, no tempo do estalinismo puro e duro, da Companhia Nacional de Paprika, empresa estatal com o monopólio do comércio da malagueta e colorau! Passou, depois da revolta de 1956, a cantina dos trabalhadores de construção do Metro e, a partir de 1965, a club de estudantes universitários. Foi salão de jogos electrónicos no imediato pós-comunismo. Ao longo de meio século, a destruição do local tornou-se praticamente irreversível. Apenas algumas fotografias coevas, sobretudo as de György Klösz (1844-1913), permitiram conservar uma leve memória dos tempos gloriosos do Central Café.
O edifício foi comprado no final dos anos 90 por Imre Somody, um milionário úngaro filantropo.
Com o seu dinheiro e crédito bancário, o prédio foi todo restaurado por dentro e por fora e devolvido à sua função e pompa originais. Isso foi feito entre 1997 e 1999, no respeito, sempre que possível, da traça e atmosfera originais, mas com recurso a soluções renovadoras, sob a direcção do arquitecto Gábor Gereben, que também foi o grande impulsionador da ideia de reconstrução do café. A obra custou cerca de um milhão e meio de euros.
Depois da inauguração solene, que teve lugar em Janeiro de 2000 com a presença do burgomestre Demszky e do primeiro ministro Orbán, a chave do novo Central foi lançada pelo proprietário ao Danúbio gelado, para que as portas do café jamais voltem a fechar, de acordo com uma tradição iniciada um século antes pelos clientes do New York Kávéház - outro café literário histórico de Budapeste.






Café Central de Budapeste hoje. Elegantíssimo, não?
Imagine um happy hour em ótima companhia?  Maravilha!

15 de mar. de 2011